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Manifestação de Felipe Melo dedicando gol a Bolsonaro e atitude no vôlei provocam manifestações

Manifestação do atleta na última rodada do Campeonato Brasileiro e por jogadores da seleção masculina de vôlei fizeram com que clubes e entidades se posicionassem sobre o tema.

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Felipe Melo, volante do Palmeiras, mais uma vez causou polêmica durante uma partida de futebol. No último domingo (16,) durante a rodada do Campeonato Brasileiro. O atleta, que marcou o gol de empate da equipe alviverde contra o Bahia, dedicou o gol ao candidato à presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Também no vôlei mundial, atletas da seleção brasileira, não explicitamente, fizeram gestos mostrando o número do candidato, 17.

As entidades ligadas aos esportes se manifestaram sobre o assunto, que gerou discussão e polêmica nas redes sociais. O gesto do voltante gerou debate na internet e nas redes sociais. Alguns torcedores apoiaram o ato, porém outros consideraram a atitude como “oportunista”.

No caso do Palmeiras, o clube emitiu nota oficial nesta segunda, após o volante Felipe Melo ter dedicado, o gol de empate marcado contra o Bahia, no domingo, na capital Salvador ao candidato à presidência Jair Bolsonaro, do PSL. O jogo empatou em 1 x 1.

Nota oficial do Palmeiras a respeito da dedicação do gol de Felipe Melo

“O posicionamento político do atleta Felipe Melo reflete, única e exclusivamente, uma manifestação particular, e não da instituição”, diz a nota. O clube fez questão de destacar a sua neutralidade. “O Palmeiras respeita qualquer posição política de seus atletas, empregados e colaboradores e ratifica a sua neutralidade nas questões políticas, partidárias, de crenças, religiões e quaisquer outras formas de manifestações pessoais.

No volei, jogadores da seleção masculina, fizeram gestos considerados apoio ao candidato Bolsonaro

Após vitória sobre a França, dois jogadores da seleção masculina, fizeram gestos com as mãos, que foram interpretados como uma manifestação velada ao candidato, Souza fez sinal de 1 e Wallace fez o 7, é sabido que número de Bolsonaro é 17.

O fato ocorreu na sexta-feira, durante o Mundial, fazendo também com que a Confederação Brasileira de Vôlei, (CBV), se manifestasse e proibisse manifestações políticas dentro da equipe. Porém, liberando nas contas particulares em redes sociais.

Em nota oficial a CBV se manifestou sobre a atitude dos atletas do vôlei

 “A CBV não compactua com manifestação política. Porém, a entidade acredita na liberdade de expressão e, por isso, não se permite controlar as redes sociais pessoais dos atletas, componentes das comissões técnicas e funcionários da casa.”