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WhatsApp nega envio de mensagens em massa para Bolsonaro e desmonta a ‘fake news’ do PT

WhatsApp negou envio em massa de mensagens na campanha de Bolsonaro, depois de Facebook e Twitter, em nota oficia ao TSE, a empresa nega uso do app e publicação a Folha e PT podem ser fake news

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O WhatsApp nega envio de mensagens em massa, a empresa enviou nesta terça-feira, uma nota oficial ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em resposta a solicitação do ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, sobre a eventual contratação de envio em massa de mensagens na campanha de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 no Brasil.
Na nota , a empresa responsável pelo aplicativo de mensagens, esclarece que não houve a contratação de nenhum tipo de serviço em massa pela campanha do então candidato Jair Bolsonaro para impulsionamento de conteúdo. Conforme acusou o jornal em matéria da Folha de São Paulo veiculada poucos dias antes do segundo turno da eleição.
A nota emitida pela gestora do app, acontece devido ao relator da prestação de contas do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, emitir um pedido de área técnica para as empresas, que determinou que as principais plataformas: Google, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp, apresentassem no prazo de 3 dias, todas as informações sobre contratação ou não de impulsionamento de conteúdo pago a favor do candidato Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.
A negativa do WhatsApp dá margem de se imaginar que pode ter havido um conluio criminoso envolvendo o jornal Folha de S.Paulo, o Instituto Datafolha e o Partido dos Trabalhadores, com o objetivo de criar uma “fake news” impactante que pudesse reverter a tendência do eleitorado.

diante da negativa da empresa Whatsapp, pode se concluir, que tudo não passou de um farsa, qu felizmente, não logrou êxito.

WhatsApp nega envio de mensagens em massa na campanha de Bolsonaro. REUTERS/Dado Ruvic/File Photo

Folha de São Paulo denunciou mas não apresente provas

Uma das grandes polêmicas nas eleições presidenciais foi uma denúncia feita pelo jornal “Folha de São Paulo” que acusa o candidato de uso de um ‘suposto Caixa 2’, citando valores de até R$ 12 milhões, pago por terceiros,  para fazer o disparo de milhões de mensagens contra o PT -Partido dos Trabalhadores, usando o mensageiro WhatsApp, pertencente ao Facebook.

Até esta data, a Folha de São Paulo, que fez a acusação, não apresentou nenhuma prova. Mesmo assim, o PT acusa o candidato de “abuso de poder econômico”, com um pedido no TSE para declarar Bolsonaro inelegível por oito anos. A acusação do jornal sobre compra de disparos no WhatsApp nunca foi provada.