Primeira operação da Lava Jato após delação de Palocci poderá prender Dilma Rousseff

Sergio Moro assume cargo de Ministro da Justiça e dará total apoio à Lava Jato

O Brasil está entre os países mais corruptos do mundo e os brasileiros sentem isso na pele, porém, a Operação Lava Jato vem mostrando que aos poucos este cenário está mudando e em 2019 deverá continuar com as investigações e também com as prisões de políticos envolvidos, sendo que Dilma Rousseff poderá ser a próxima a ir para trás das grades.

Sérgio Moro irá assumir o cargo de Ministro da Justiça e com isso a Lava Jato ganhará muito mais força e entrará em um ritmo de investigação ainda maior do que vem acontecendo.

Tem várias delações homologadas e que esperam as operações, só que pelos mais variados motivos há um grande atraso e a expectativa é que isto mude drasticamente em 2019.

Delação de Antônio Palocci

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Entre as delações feitas que estão na fila de espera está a do ex-ministro Antônio Palocci, sendo que há depoimentos detalhados e até provas, só que até hoje nenhuma prisão foi feita.

Mas acredita-se que já no começo do próximo ano, a delação de Palocci ganhará atenção especial e aí o país deverá ficar chocado diante de tudo que o ex-ministro já revelou.

São muitas falcatruas e os nomes dos envolvidos serão revelados, sendo que há políticos e empresas citadas na delação que deverão prestar conta do que fizeram, ou do que são acusados.

Antônio Palocci teria dado detalhes de como Lula e Dilma Rousseff se envolveram com as propinas e coordenaram todo esquema. Dilma, que não conseguiu se eleger nestas últimas eleições, poderá correr grande risco de ser presa em 2019.

Dilma se livrou das pedaladas

A ex-presidente Dilma se livrou recentemente das ‘pedaladas’, pois como tem mais de 70 anos, venceu o prazo de prescrição para ela. O juiz Francisco Codevila teve que arquivar a investigação contra a petista, mas deixou claro que não concordava com isso.

Dilma Vana Rousseff, em juízo político, foi condenada à perda do cargo de Presidente da República por ‘ordenar ou autorizar, em desacordo com a lei, a realização de operação de crédito com qualquer um dos demais entes da Federação’ (…). Esta mesma conduta é prevista como crime comum, e a pena máxima é de 2 anos (…) Ou seja, o mesmo ato pode levar a Presidente da República a perder o cargo, no juízo político, e a pagar uma cesta básica, no juízo comum. Evidentemente, há algo errado“, disse o juiz.